Em fevereiro..ai!!!!
"Sempre fui muito saidinha.
Fodi a primeira vez aos 16 anos com um primo mais velho. Aos 17 já fazia broxes com muito talento e já tinha dado o meu cú. Adorava provocar os homens. Mas uma vez... Quando eu tinha 18 anos já era uma mulher feita, de corpo bem desenvolvido mas ainda com carinha de anjo. Nessa época eu era muito amiga de uns colegas de escola. Conheci primeiro a Rita e depois o irmão dela, o Ricardo, e estava sempre na casa deles, jogando computador ou a curtir na piscina. Tinha até quase acontecido uns beijinhos com ele, mas não foi pra frente porque ele tinha uma namorada firme e não quis se comprometer. Eles viviam com o o irmão mais velho, o Fábio, e que tinha 23 anos. Toda as vezes que eu ia lá eu percebia que o Fábio ficava tarado por mim. Não parava de me olhar e gostava de me abraçar e me apalpar. Sabendo disso, sempre dava um jeito de provocá-lo e deixá-lo mais maluco ainda. Escolhia sempre as saias curtinhas ou calçóes mais curtos e apertados para ir lá. Quando saía da piscina, ficava a desfilar com o biquíni enterrado no rego. Às vezes, quando o Fábio estava a olhar, ajeitava a parte de cima do bíquini só para ele ficar na expectativa de ver algo... Em um determinado domingo depois do almoço passei na casa deles para buscar um CD que tinha esquecido por lá. O Fábio atendeu-me todo alegre, abusou no beijo molhado e nos amassos (será que ele ficou a roçar de leve o pau na minha perna ou foi impressão minha?), mas me disse que os irmãos estavam a passar o fim de semana na casa dos tios e só retornariam mais l para a noite. De qualquer forma, falou para eu subir e procurar o cd. Enquanto subia a escada, notei que ele ficou para trás para admirar o meu cú, que eu fiz questão de empinar e rebolar provocativamente. Ele me elogiava muito, dizendo que eu já era uma moça muito bonita e muito alegre, que ele sempre gostava quando eu ia lá que transformava seu dia com minha energia. Notei pelo seu jeito de falar que ele estava um pouco alcoolizado. Antes de começar a procurar o cd, ele ofereceu-me um sumo, que resolvi aceitar porque o dia estava muito quente. Ele pediu para pegar o copo em baixo no armário e aproveitei para exibir um pouco o meu cú, que eu sei que os homens adoram. Empinei bem e demorei a escolher o copo, dando tempo para ele examinar cada centímetro da minha coxa e do meu traseiro. Ainda não falei como estava vestida: calçava chinelos, uma mini-saia e um top, sem soutien. O tecido do top mais revelava do que escondia, ainda mais porque aquela provocação me deixava com os mamilos endurecidos. Eu tenho seios fartos mas firmes, com mamilos bem pontudos. Ficamos a comentar do calor e eu displicentemente joguei as alças do top para o lado, como se quisesse me refrescar. Levantei também um pouquinho em baixo, abanando-me com ela a mostrar o meu umbigo. Só para provocar fiquei a olhar fixamente para o pau do Fábio enquanto acabava de beber o meu sumo. No entanto, ele não ficou desconcertado, pelo contrário, ficou até passando a mão de leve e disfarçadamente sobre a calça para exibir o volume que começava a se formar. Fomos para o quarto da irmã procurar o meu cd. Não achei e sentei-me na cama tentando lembrar aonde tinha deixado. Como ele se sentou na cadeira à minha frente, aproveitei para deixar as pernas entreabertas para que ele tentasse ver algo mais. De repente lembrei que o cd poderia estar no quarto dos fundos próximo à piscina, pois da última vez tínhamos deixado o rádio lá. Realmente estava lá. Liguei o rádio, e comecei a dançar inocententemente e ao mesmo tempo sensual. O Fábio agarrou-me e começou a dançar comigo, embora não tivesse ritmo nenhum. Ele queria era sentir o meu calor, apertava o meu corpo junto ao dele. Eu achava tudo muito engraçado e deixava ele curtir um pouquinho um corpinho durinho que a muito tempo ele não devia tocar. Quando ele começou a se empolgar, a mão descendo demais em direção ao meu cú, afastei-me dele e virei-lhe as costas para desligar o rádio e pegar o cd pra ir embora. Só que senti uma mão entre minhas pernas, a alisar a parte de dentro das minha coxas por trás e dei um pulo. "O que é isso, Fábio?! Pára com isso!" "tu és uma boazona muito gostosa e já és uma moça. Vamos dançar mais um pouco." Comecei a ficar assustada e disse que tinha que ir embora. "Tu gostas é de provocar, né sua puta? Só que na minha terra ninguém faz isso com um homem! Tu brincas-te mas agora eu estou com vontade de foder e tu não vais embora sem me dar um beijo.", falou enquanto tentava agarrar os meus seios. Fiquei com nojo só de pensar em beijar aquele parvalhão e tentei fugir. Ele agarrou-me por trás e segurou-me com força, eu não tinha como me livrar do seu abraço. Ficou a apalpar os meus peitos que, apesar do medo, responderam imediatamente. "Essas mamas não me enganam. Tu queres é um homem de verdade. Com essa idade e já és puta. Eu vou te dar o que tu queres..." Ele largou-me e trancou a porta. "Pára Fábio, eu não quero! Eu vou gritar!" "Tu vais gritar sim, é quando me sentires dentro de ti, comendo essa tua cona apertada que sempre me deu tesão." Eu estava apavorada, mas aquele jeito dele falar comigo me dava uma certa excitação. Encostei-me em uma escrivaninha e ele aproximou-se, desabotando a calça. Tirou para fora um caralho grande e muito grosso, ainda não completamente duro. "Pega aqui no meu caralho, minha putinha. Deixa-o completamente duro, vem." Ele chegou-se perto de mim e eu não sabia o que fazer. Pegou na minha mão e fez-me segurar no seu membro e começar a bater uma punheta. A cada vai e vem ele aumentava de tamanho e eu olhava gulosa, sentindo o peso daquela mangueira. Ele tirou a minha blusa, deixando as minhas mamas à mercê dos seus beliscões e apertões bruscos. Enfiando a mão por baixo da minha saia, apalpou o meu cú e tirou-me as cuecas, para em seguida jogá-la para o lado e enfiar um dedo na minha racha molhada, ao mesmo tempo em que se curvava para lamber meus mamilos. Sem querer deixei escapar um gemido, fazendo ele soltar uma risada. "Tu tás a gostar, tás louca pra sentir esse caralhão foder a tua cona! Vou te dar o que queres, um pau de homem de verdade e não desses meninos que te comem por aí." Ele tentou beijar-me e eu reagi: "Deixa-me ir embora! Eu não quero!!" Eu estava quase a chorar, mas contiuava a punhetar aquele pau. Ele acelerou o movimento dos seus dedos sobre o meu grelinho e eu implorei novamente, desta vez com menor convicção. Sem dar ouvido a minhas súplicas ele subiu a saia e fez-me sentar na escrivaninha. Deitei o corpo para trás e preparei-me para receber aquele pau, agora competamente duro e levantado. Ele ajeitou-se entre as minhas pernas, alojando a cabeça na entrada da minha cona apertada. Eu estava muda, mal respirava. Pressionando as paredes da minha grutinha, ele foi penetrando lentamente. Eu me sentia rasgar, o medo não me deixava relaxar. "Ai tás-me a magoar!", tentei convencê-lo a parar. "Agora vais aguentar puta. Na hora de provocares tava bom, né? E agora, hein vaquinha?!" Enquanto me ofendia enfiou o resto de uma socada só, arrancando lágrimas dos meus olhos. Segurando-me pela cintura ele fodia-me sem pressa, trazendo até a cabeça para fora e enfiando tudo novamente até tocar o fundo da minha caverna. Aquilo começou a ficar a bom, estava a começar a gostar de sentir uma vara tão grossa a arrombar-me. Ele não parava de me chamar nomes um instante, o que me deixava mais excitada, facilitando as suas penetrações. Comecei a jogar o meu corpo de encontro ao dele, recebendo os "elogios": "Cadela, queres mais, é? Então toma, vou meter até o fundo pra sentires ele inteiro!" "Ai, Ai, não pares Fábio, faz mais rápido, põe tudo!" O sacana, vendo que eu tava louca para ele me comer mais depressa pra eu gozar, continuava fodendo devagar e com força. "Isso, se quiseres vais de pedir, pede como a putinha que és, é que eu quero ouvir." "Por favor, mete, vai, ai, ai, põe esse pauzão gostoso na coninha da tua menininha, come-me seu taradão, safado, ai ,ai" Comecei a perder o controle e falar palavras desconexas entre gemidos e gritinhos de dor a cada estocada mais violenta. "Eu te só vou deixar gozar se me falares o que és, vai." "Ai, não faças isso, faz-me vir, eu sou uma puta, uma puta. Ai, que pauzão gostoso. Fode a cona da tua cadela, fode com força!" "O que és?!" "Eu sou uma puta, sou uma puta, uma putinha, é isso que eu sou, sou uma puutaaannnnhhhhhhhhhhhhhhhh!!" E gozei apertando com todos os meus músculos aquela vara que me levava à loucura em um orgasmo intenso e interminável. Eu gozei por mais de um minuto seguido, em ondas que me percorriam. Gritei, gritei alto mesmo, adorando ser a putinha do quarto dos fundos. O Fábio resistiu sem gozar e sentou-se numa cadeira, mandando-me ajoelhar para fazer um broxe. "Vamos ver se essa putinha já sabe chupar um caralho." O seu pau era meio nojento, cheio de veias e com um cheiro estranho, mas não tive coragem de dizer não. Tentei apenas ficar a lamber, mas ele empurrou a minha cabeça fazendo-me engolir tudo. Ele empurrava-me fazendo engasgar com aquele mastro invadindo a minha garganta. Tentei esquecer o meu nojo e caprichar na chupeta para ele gozar logo e terminar com aquilo. Ficava apenas com a cabeça na boca, fazendo movimentos circulares com a língua por toda a glande, depois sugando um pouquinho. Em seguida descia a boca em direção à base, apertando os lábios na barra quente e rígida. Subia lambendo ao redor, babando muito para deixar bem gostoso para ele e para disfarçar o gosto. Mamei uns dez minutos e nada de ele gozar. Comecei a bater uma punheta forte ao mesmo tempo em que chupava com sofreguidão, sentindo que agora ele estava próximo do gozo. Porém, ele não queria terminar ainda, queria se aproveitar mais de mim. Na última hora fez-me parar e puxou-me, fazendo-me sentar sobre seu rosto. "Deixa eu sentir esse perfume de raxinha gozada, coninha de cadelinha nova, ah que delícia." Sua língua percorria toda a minha racha, tocando as partes mais íntimas. Puxei minha saia, que ainda não tinha tirado, para a cintura, para poder abrir mais as pernas e facilitar o seu trabalho. Eu mesmo apertava os meus seios, rebolando sobre seu rosto e fazendo a sua língua áspera tocar bem fundo na minha cona. Comecei a ficar muito molhada novamente, e só então ele chupou o meu clitóris, fazendo-me tremer por inteira. Acelerei os movimentos dos meus quadris e acabei gozando. Fiquei meio sensível, pedindo para ele só me foder com a língua, sem tocar no grelo. O Fábio então fez uma coisa louca, pôs-me de cócoras e tocou com a ponta da língua meu cú, fazendo-me arrepiar inteira. Fiquei maluca e chamava-lhe todos os nomes. A cada toque da sua língua o meu buraquinho se abria mais, querendo engolir aquela língua grossa e tesuda. Quando ele voltou a chupar minha cona foi direto ao clitóris enfiando de uma vez 3 dedos na minha racha já arrombada pelo seu instrumento. Em seguida enfiou um dedo melado no meu rabinho, depois o segundo (seus dedos eram muito grossos!) e quando tentou pôr o terceiro explodi em uma nova onda de gozos, deixando a sua cara toda molhada e quase cortando seus dedos com a força que pressionava o meu cú. Ele levantou-se e disse: "Agora é minha vez." Ele me pôs de quatro sobre um caixotes e penetrou-me por trás. Apesar do seu calibre ele deslizou facilmente para dentro, a minha xoxa já estava toda alargada. Sentia os seus pintelhos tocando nas minhas nádegas, ele estava enfiando até o talo. "Vou te comer feito uma cadela. Vou foder esse rabão gostoso que vives exibindo, vais ficar tão arrombada que nunca mais vais poder usar aqueles bíquinis de puta!" Dizendo isso começou a forçar a penetração no meu cuzinho. Esperneei, chorei, tentei fugir, mas de nada adiantou. Ele segurou-me e conseguiu meter a cabeça, melada com o mel da minha vagina. Quase desmaiei, uma lágrima correu pelos meus olhos. Ele deixou-me acostumar com a cabeça e depois foi introduzindo o resto, arrebentando todas as minhas pregas. Senti seu saco a bater na minha cona, ele ficou a meter curtinho bem lá no fundo, causando-me uma dor imensa que me fez chamar-lhe nomes: "Para filho da puta, tá a doer! Ai caralho, essa tua piça é muito grossa, pára pôrra! Eu já te dei a cona, porque que tinhas que fazer isso?! Pára, Fábio, pá.. mete mais fundo, arrebenta-me, seu fodilhão!" As minhas palavras xulas parece que o excitavam mais, fazendo ele aumentar o ritmo e o vigor das suas estocadas. "Isso é pra aprenderes a não seres puta e ficares a provocar os outros! Agora aguenta que eu vou te comer até encher esse cú de esporra!" Ele segurava-me pela cintura e metia alucinado, mas a posição era muito ruim e as caixas não equilibravam direito, além de eu não ter onde segurar. Quando a dor já estava desaparecendo ele desistiu daquela posição incômoda e me deitou na escrivaninha, com as pernas para o alto. Quando ele tirou o pau senti um vazio, queria ele a preencher-me novamente. Ele abriu bem as minhas pernas e pôs no meu buraquinho outra vez. Desta vez o mastro deslizou lentamente atolando meu traseiro. Os seus braços apertavam as minhas coxas e de vez em quando ele massageava o meu grelo ou os meus peitinhos, enquanto dava metidas que chegavam a levantar meu corpo do móvel. Ele comeu o meu cú desse jeito por quase vinte minutos, até que senti o seu pau começar a inchar e os movimentos acelerarem. Uma coisa foi-se acumulando dentro de mim e eu senti que meu gozo estava próximo também. "Segura essa esporra, seu tarado, que vais me fazer gozar também. Não páres de meter esporra, quero sentir esse pau a me atravessar, rasga meu cuzinho, isso, faz a tua putinha gozar pelo rabo, meu fodilhão, ai, ai" "És muito maluca, adoras dar o cú que nem uma cadela. Pois eu vou te encher de esporra, vou gozar nesse cuzinho apertado, vais sentir a minha esporra quente e vais gozar como uma cachorra!" A foda ficou selvagem até que explodimos juntos num gozo absurdo, berrando como dois animais, um chamando nomes ao outro e gozando sem parar. Ele ainda tirou o pau pra fora e esporrou na minha buceta, barriga e meus peitos. Eu espalhava aquela esporra viscosa, massageando os meus seios e prolongando o meu prazer. Eu não sentia mais minhas pernas e parecia que ia desmaiar. O Fábio foi andando do meu lado, esfregando o cacete melado que começava a murchar em todo meu corpo. Passou pela minha barriga, meus seios, até que tentou colocar na minha boca, que fechei para não deixar tocar o pinto sujo nos meus lábios. Ele esfregou então por todo meu rosto, deixando-me toda melada de esporra, o cú, a xoxa, a barriga, os peitinhos e a cara. Ele vestiu as calças e saiu em seguida, falando apenas "não vais contar a ninguém", sem olhar pra mim, fazendo-me ver que eu tinha sido a sua puta do quarto dos fundos..."
sexta-feira, março 10, 2006
"Confissão" de Fevereiro
Em fevereiro..ai!!!!
"Sempre fui muito saidinha.
Fodi a primeira vez aos 16 anos com um primo mais velho. Aos 17 já fazia broxes com muito talento e já tinha dado o meu cú. Adorava provocar os homens. Mas uma vez... Quando eu tinha 18 anos já era uma mulher feita, de corpo bem desenvolvido mas ainda com carinha de anjo. Nessa época eu era muito amiga de uns colegas de escola. Conheci primeiro a Rita e depois o irmão dela, o Ricardo, e estava sempre na casa deles, jogando computador ou a curtir na piscina. Tinha até quase acontecido uns beijinhos com ele, mas não foi pra frente porque ele tinha uma namorada firme e não quis se comprometer. Eles viviam com o o irmão mais velho, o Fábio, e que tinha 23 anos. Toda as vezes que eu ia lá eu percebia que o Fábio ficava tarado por mim. Não parava de me olhar e gostava de me abraçar e me apalpar. Sabendo disso, sempre dava um jeito de provocá-lo e deixá-lo mais maluco ainda. Escolhia sempre as saias curtinhas ou calçóes mais curtos e apertados para ir lá. Quando saía da piscina, ficava a desfilar com o biquíni enterrado no rego. Às vezes, quando o Fábio estava a olhar, ajeitava a parte de cima do bíquini só para ele ficar na expectativa de ver algo... Em um determinado domingo depois do almoço passei na casa deles para buscar um CD que tinha esquecido por lá. O Fábio atendeu-me todo alegre, abusou no beijo molhado e nos amassos (será que ele ficou a roçar de leve o pau na minha perna ou foi impressão minha?), mas me disse que os irmãos estavam a passar o fim de semana na casa dos tios e só retornariam mais l para a noite. De qualquer forma, falou para eu subir e procurar o cd. Enquanto subia a escada, notei que ele ficou para trás para admirar o meu cú, que eu fiz questão de empinar e rebolar provocativamente. Ele me elogiava muito, dizendo que eu já era uma moça muito bonita e muito alegre, que ele sempre gostava quando eu ia lá que transformava seu dia com minha energia. Notei pelo seu jeito de falar que ele estava um pouco alcoolizado. Antes de começar a procurar o cd, ele ofereceu-me um sumo, que resolvi aceitar porque o dia estava muito quente. Ele pediu para pegar o copo em baixo no armário e aproveitei para exibir um pouco o meu cú, que eu sei que os homens adoram. Empinei bem e demorei a escolher o copo, dando tempo para ele examinar cada centímetro da minha coxa e do meu traseiro. Ainda não falei como estava vestida: calçava chinelos, uma mini-saia e um top, sem soutien. O tecido do top mais revelava do que escondia, ainda mais porque aquela provocação me deixava com os mamilos endurecidos. Eu tenho seios fartos mas firmes, com mamilos bem pontudos. Ficamos a comentar do calor e eu displicentemente joguei as alças do top para o lado, como se quisesse me refrescar. Levantei também um pouquinho em baixo, abanando-me com ela a mostrar o meu umbigo. Só para provocar fiquei a olhar fixamente para o pau do Fábio enquanto acabava de beber o meu sumo. No entanto, ele não ficou desconcertado, pelo contrário, ficou até passando a mão de leve e disfarçadamente sobre a calça para exibir o volume que começava a se formar. Fomos para o quarto da irmã procurar o meu cd. Não achei e sentei-me na cama tentando lembrar aonde tinha deixado. Como ele se sentou na cadeira à minha frente, aproveitei para deixar as pernas entreabertas para que ele tentasse ver algo mais. De repente lembrei que o cd poderia estar no quarto dos fundos próximo à piscina, pois da última vez tínhamos deixado o rádio lá. Realmente estava lá. Liguei o rádio, e comecei a dançar inocententemente e ao mesmo tempo sensual. O Fábio agarrou-me e começou a dançar comigo, embora não tivesse ritmo nenhum. Ele queria era sentir o meu calor, apertava o meu corpo junto ao dele. Eu achava tudo muito engraçado e deixava ele curtir um pouquinho um corpinho durinho que a muito tempo ele não devia tocar. Quando ele começou a se empolgar, a mão descendo demais em direção ao meu cú, afastei-me dele e virei-lhe as costas para desligar o rádio e pegar o cd pra ir embora. Só que senti uma mão entre minhas pernas, a alisar a parte de dentro das minha coxas por trás e dei um pulo. "O que é isso, Fábio?! Pára com isso!" "tu és uma boazona muito gostosa e já és uma moça. Vamos dançar mais um pouco." Comecei a ficar assustada e disse que tinha que ir embora. "Tu gostas é de provocar, né sua puta? Só que na minha terra ninguém faz isso com um homem! Tu brincas-te mas agora eu estou com vontade de foder e tu não vais embora sem me dar um beijo.", falou enquanto tentava agarrar os meus seios. Fiquei com nojo só de pensar em beijar aquele parvalhão e tentei fugir. Ele agarrou-me por trás e segurou-me com força, eu não tinha como me livrar do seu abraço. Ficou a apalpar os meus peitos que, apesar do medo, responderam imediatamente. "Essas mamas não me enganam. Tu queres é um homem de verdade. Com essa idade e já és puta. Eu vou te dar o que tu queres..." Ele largou-me e trancou a porta. "Pára Fábio, eu não quero! Eu vou gritar!" "Tu vais gritar sim, é quando me sentires dentro de ti, comendo essa tua cona apertada que sempre me deu tesão." Eu estava apavorada, mas aquele jeito dele falar comigo me dava uma certa excitação. Encostei-me em uma escrivaninha e ele aproximou-se, desabotando a calça. Tirou para fora um caralho grande e muito grosso, ainda não completamente duro. "Pega aqui no meu caralho, minha putinha. Deixa-o completamente duro, vem." Ele chegou-se perto de mim e eu não sabia o que fazer. Pegou na minha mão e fez-me segurar no seu membro e começar a bater uma punheta. A cada vai e vem ele aumentava de tamanho e eu olhava gulosa, sentindo o peso daquela mangueira. Ele tirou a minha blusa, deixando as minhas mamas à mercê dos seus beliscões e apertões bruscos. Enfiando a mão por baixo da minha saia, apalpou o meu cú e tirou-me as cuecas, para em seguida jogá-la para o lado e enfiar um dedo na minha racha molhada, ao mesmo tempo em que se curvava para lamber meus mamilos. Sem querer deixei escapar um gemido, fazendo ele soltar uma risada. "Tu tás a gostar, tás louca pra sentir esse caralhão foder a tua cona! Vou te dar o que queres, um pau de homem de verdade e não desses meninos que te comem por aí." Ele tentou beijar-me e eu reagi: "Deixa-me ir embora! Eu não quero!!" Eu estava quase a chorar, mas contiuava a punhetar aquele pau. Ele acelerou o movimento dos seus dedos sobre o meu grelinho e eu implorei novamente, desta vez com menor convicção. Sem dar ouvido a minhas súplicas ele subiu a saia e fez-me sentar na escrivaninha. Deitei o corpo para trás e preparei-me para receber aquele pau, agora competamente duro e levantado. Ele ajeitou-se entre as minhas pernas, alojando a cabeça na entrada da minha cona apertada. Eu estava muda, mal respirava. Pressionando as paredes da minha grutinha, ele foi penetrando lentamente. Eu me sentia rasgar, o medo não me deixava relaxar. "Ai tás-me a magoar!", tentei convencê-lo a parar. "Agora vais aguentar puta. Na hora de provocares tava bom, né? E agora, hein vaquinha?!" Enquanto me ofendia enfiou o resto de uma socada só, arrancando lágrimas dos meus olhos. Segurando-me pela cintura ele fodia-me sem pressa, trazendo até a cabeça para fora e enfiando tudo novamente até tocar o fundo da minha caverna. Aquilo começou a ficar a bom, estava a começar a gostar de sentir uma vara tão grossa a arrombar-me. Ele não parava de me chamar nomes um instante, o que me deixava mais excitada, facilitando as suas penetrações. Comecei a jogar o meu corpo de encontro ao dele, recebendo os "elogios": "Cadela, queres mais, é? Então toma, vou meter até o fundo pra sentires ele inteiro!" "Ai, Ai, não pares Fábio, faz mais rápido, põe tudo!" O sacana, vendo que eu tava louca para ele me comer mais depressa pra eu gozar, continuava fodendo devagar e com força. "Isso, se quiseres vais de pedir, pede como a putinha que és, é que eu quero ouvir." "Por favor, mete, vai, ai, ai, põe esse pauzão gostoso na coninha da tua menininha, come-me seu taradão, safado, ai ,ai" Comecei a perder o controle e falar palavras desconexas entre gemidos e gritinhos de dor a cada estocada mais violenta. "Eu te só vou deixar gozar se me falares o que és, vai." "Ai, não faças isso, faz-me vir, eu sou uma puta, uma puta. Ai, que pauzão gostoso. Fode a cona da tua cadela, fode com força!" "O que és?!" "Eu sou uma puta, sou uma puta, uma putinha, é isso que eu sou, sou uma puutaaannnnhhhhhhhhhhhhhhhh!!" E gozei apertando com todos os meus músculos aquela vara que me levava à loucura em um orgasmo intenso e interminável. Eu gozei por mais de um minuto seguido, em ondas que me percorriam. Gritei, gritei alto mesmo, adorando ser a putinha do quarto dos fundos. O Fábio resistiu sem gozar e sentou-se numa cadeira, mandando-me ajoelhar para fazer um broxe. "Vamos ver se essa putinha já sabe chupar um caralho." O seu pau era meio nojento, cheio de veias e com um cheiro estranho, mas não tive coragem de dizer não. Tentei apenas ficar a lamber, mas ele empurrou a minha cabeça fazendo-me engolir tudo. Ele empurrava-me fazendo engasgar com aquele mastro invadindo a minha garganta. Tentei esquecer o meu nojo e caprichar na chupeta para ele gozar logo e terminar com aquilo. Ficava apenas com a cabeça na boca, fazendo movimentos circulares com a língua por toda a glande, depois sugando um pouquinho. Em seguida descia a boca em direção à base, apertando os lábios na barra quente e rígida. Subia lambendo ao redor, babando muito para deixar bem gostoso para ele e para disfarçar o gosto. Mamei uns dez minutos e nada de ele gozar. Comecei a bater uma punheta forte ao mesmo tempo em que chupava com sofreguidão, sentindo que agora ele estava próximo do gozo. Porém, ele não queria terminar ainda, queria se aproveitar mais de mim. Na última hora fez-me parar e puxou-me, fazendo-me sentar sobre seu rosto. "Deixa eu sentir esse perfume de raxinha gozada, coninha de cadelinha nova, ah que delícia." Sua língua percorria toda a minha racha, tocando as partes mais íntimas. Puxei minha saia, que ainda não tinha tirado, para a cintura, para poder abrir mais as pernas e facilitar o seu trabalho. Eu mesmo apertava os meus seios, rebolando sobre seu rosto e fazendo a sua língua áspera tocar bem fundo na minha cona. Comecei a ficar muito molhada novamente, e só então ele chupou o meu clitóris, fazendo-me tremer por inteira. Acelerei os movimentos dos meus quadris e acabei gozando. Fiquei meio sensível, pedindo para ele só me foder com a língua, sem tocar no grelo. O Fábio então fez uma coisa louca, pôs-me de cócoras e tocou com a ponta da língua meu cú, fazendo-me arrepiar inteira. Fiquei maluca e chamava-lhe todos os nomes. A cada toque da sua língua o meu buraquinho se abria mais, querendo engolir aquela língua grossa e tesuda. Quando ele voltou a chupar minha cona foi direto ao clitóris enfiando de uma vez 3 dedos na minha racha já arrombada pelo seu instrumento. Em seguida enfiou um dedo melado no meu rabinho, depois o segundo (seus dedos eram muito grossos!) e quando tentou pôr o terceiro explodi em uma nova onda de gozos, deixando a sua cara toda molhada e quase cortando seus dedos com a força que pressionava o meu cú. Ele levantou-se e disse: "Agora é minha vez." Ele me pôs de quatro sobre um caixotes e penetrou-me por trás. Apesar do seu calibre ele deslizou facilmente para dentro, a minha xoxa já estava toda alargada. Sentia os seus pintelhos tocando nas minhas nádegas, ele estava enfiando até o talo. "Vou te comer feito uma cadela. Vou foder esse rabão gostoso que vives exibindo, vais ficar tão arrombada que nunca mais vais poder usar aqueles bíquinis de puta!" Dizendo isso começou a forçar a penetração no meu cuzinho. Esperneei, chorei, tentei fugir, mas de nada adiantou. Ele segurou-me e conseguiu meter a cabeça, melada com o mel da minha vagina. Quase desmaiei, uma lágrima correu pelos meus olhos. Ele deixou-me acostumar com a cabeça e depois foi introduzindo o resto, arrebentando todas as minhas pregas. Senti seu saco a bater na minha cona, ele ficou a meter curtinho bem lá no fundo, causando-me uma dor imensa que me fez chamar-lhe nomes: "Para filho da puta, tá a doer! Ai caralho, essa tua piça é muito grossa, pára pôrra! Eu já te dei a cona, porque que tinhas que fazer isso?! Pára, Fábio, pá.. mete mais fundo, arrebenta-me, seu fodilhão!" As minhas palavras xulas parece que o excitavam mais, fazendo ele aumentar o ritmo e o vigor das suas estocadas. "Isso é pra aprenderes a não seres puta e ficares a provocar os outros! Agora aguenta que eu vou te comer até encher esse cú de esporra!" Ele segurava-me pela cintura e metia alucinado, mas a posição era muito ruim e as caixas não equilibravam direito, além de eu não ter onde segurar. Quando a dor já estava desaparecendo ele desistiu daquela posição incômoda e me deitou na escrivaninha, com as pernas para o alto. Quando ele tirou o pau senti um vazio, queria ele a preencher-me novamente. Ele abriu bem as minhas pernas e pôs no meu buraquinho outra vez. Desta vez o mastro deslizou lentamente atolando meu traseiro. Os seus braços apertavam as minhas coxas e de vez em quando ele massageava o meu grelo ou os meus peitinhos, enquanto dava metidas que chegavam a levantar meu corpo do móvel. Ele comeu o meu cú desse jeito por quase vinte minutos, até que senti o seu pau começar a inchar e os movimentos acelerarem. Uma coisa foi-se acumulando dentro de mim e eu senti que meu gozo estava próximo também. "Segura essa esporra, seu tarado, que vais me fazer gozar também. Não páres de meter esporra, quero sentir esse pau a me atravessar, rasga meu cuzinho, isso, faz a tua putinha gozar pelo rabo, meu fodilhão, ai, ai" "És muito maluca, adoras dar o cú que nem uma cadela. Pois eu vou te encher de esporra, vou gozar nesse cuzinho apertado, vais sentir a minha esporra quente e vais gozar como uma cachorra!" A foda ficou selvagem até que explodimos juntos num gozo absurdo, berrando como dois animais, um chamando nomes ao outro e gozando sem parar. Ele ainda tirou o pau pra fora e esporrou na minha buceta, barriga e meus peitos. Eu espalhava aquela esporra viscosa, massageando os meus seios e prolongando o meu prazer. Eu não sentia mais minhas pernas e parecia que ia desmaiar. O Fábio foi andando do meu lado, esfregando o cacete melado que começava a murchar em todo meu corpo. Passou pela minha barriga, meus seios, até que tentou colocar na minha boca, que fechei para não deixar tocar o pinto sujo nos meus lábios. Ele esfregou então por todo meu rosto, deixando-me toda melada de esporra, o cú, a xoxa, a barriga, os peitinhos e a cara. Ele vestiu as calças e saiu em seguida, falando apenas "não vais contar a ninguém", sem olhar pra mim, fazendo-me ver que eu tinha sido a sua puta do quarto dos fundos..."
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